A&E INVESTIGA

É possível enganar o detector de mentiras?

Toda emoção gera uma reação fisiológica em nosso organismo.

O ex-agente do FBI e autor do livro “O Corpo não Mente”, Joe Navarro, sustenta que o polígrafo pode falhar e que as agências de inteligência têm visto vários falsos positivos ao longo da história.

Há fatores externos que podem influenciar nos resultados, como haver consumido previamente algum medicamento ansiolítico.

Os psicopatas não reagem da mesma forma que o resto das pessoas, e por isso seria provavelmente impossível saber se estão mentindo ou não.

É essencial tentar manter o ritmo de 15 a 30 respirações por minuto, sem aprofundá-las muito para evitar alterações. 

Pensar em algo estressante ao responder uma pergunta de controle fará com que o parâmetro para medir todas as outras respostas se altere e seja inexato. 

Mas os cientistas sustentam que, se a máquina não é infalível, os especialistas em realizar esse tipo de teste são capazes de detectar as trapaças dos interrogados. 

 

Toda quinta, às 21h40, tem um novo e eletrizante episódio de BULL!