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Justiça volta a questionar a herança de Pablo Escobar

Antes de ser morto em dezembro de 1993, o temido líder do Cartel de Medellín, Pablo Escobar, repartiu grande parte de seus bens entre seus familiares e amigos, com a intenção de se esquivar da Justiça. Ele começou a executar essa manobra quando participava da política dentro do Partido Liberal.

Durante muitos anos, Escobar passou despercebido pelas autoridades e a opinião pública. Mas quando começaram as primeiras investigações para estabelecer a extradição de traficantes de drogas aos Estados Unidos, o criminoso decidiu enfrentar essa situação. Tempo depois, circulavam os rumores de sua ligação com a máfia.

Sabendo o que aconteceria se fosse capturado ou assassinado pelas autoridades, o chefe do narcotráfico dividiu seus bens entre sua esposa, Victoria Eugenia Henao, seu então único filho Juan Pablo, seus pais, seus irmãos e uma tia. Dessa forma, assegurou-se de que seu patrimônio não caísse nas mãos da Justiça.

As autoridades voltaram a focar na situação patrimonial de Escobar neste ano, após um juiz de Antioquia, na Colômbia, solicitar a extinção do domínio de 16 imóveis que estavam no nome da mãe e da irmã de John Jairo Velásquez Vásquez, conhecido como "Popeye”, um dos principais sicários de Escobar. 


Eles ficarão dois meses dentro de uma cadeia nos EUA, como prisioneiros disfarçados. 60 DIAS INFILTRADOS NA PRISÃO - Sexta, 20h


Fonte: Infobae | Imagem:  Colombian National Police/Domínio Público