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Agentes secretos interceptam plano do ISIS de assassinar Donald Trump

Em 1996, o então presidente dos EUA, Bill Clinton, fez uma visita a Manila, capital das Filipinas. A região é delicada, e agentes secretos foram enviados para monitorar a viagem. 

Lá, descobriram planos da al-Qaeda e de Osama Bin Laden para assassinar o presidente: eles haviam colocado bombas sob uma ponte na capital, que explodiria no minuto que a comitiva americana passasse por ela. Clinton foi salvo de ultima hora, quando os agentes recomendaram uma mudança de rota repentina. 

Agora, 22 anos depois, a história se repete, no mesmo local. 

Agentes de inteligência do governo americano descobriram planos de assassinato de Donald Trump que seriam postos em prática numa visita feita em novembro de 2017. 

Ao monitorarem as mensagens em redes sociais sobre a chegada do presidente ao país, descobriram um sujeito que postava ameaças explícitas. Eles começaram a acompanhar o homem de perto, e notaram que ele estava em Manila, hospedado próximo ao hotel onde Trump ficaria. 

Acabaram descobrindo também que o Estado Islâmico, o ISIS, havia montado uma base no centro da capital filipina. 

Eles passaram dias e dias acompanhando cada passo do homem e dos associados do ISIS. 

Até que enfim eles interceptaram o tal homem em um parque que fica logo atrás do hotel onde Trump estava hospedado. Ele e um parceiro, do ISIS, tinham planos concretos de assassinar um dos maiores líderes do mundo. 

A tentativa foi frustrada e os homens foram levados à cadeia. 

 

Um jovem que trabalha na Embaixada dos EUA em Paris se vincula a um espião para impedir um ataque terrorista. DUPLA IMPLACÁVEL - Quarta, dia 17, às 22h30!


Fonte: The Daily Beast | Imagem: Drop of Light / Shutterstock.com