60 DIAS INFILTRADOS NA PRISÃO: ATLANTA

Criminosos que pagam por um tratamento diferenciado na prisão

As chamadas prisões de “pagar para estar”, ou seja, aquelas que oferecem uma estadia mais tranquila aos detentos que possam pagar por ela são atualmente muito aproveitadas por um número grande de criminosos que cometeram delitos graves, de acordo com um importante estudo.

 

Em penitenciárias desse tipo, se um juiz aprovar, um presidiário pode optar por pagar para ficar em uma cela mais limpa e confortável, com acesso a livros, filmes, TV a cabo e tela plana, por exemplo.

 

Geralmente, esses recursos são concedidos aos detentos que cometeram crimes menores e não violentos. No entanto, o estudo demonstrou que das 3.500 pessoas que se aproveitam dessa modalidade, no sul da Califórnia, mais de 160 foram condenadas por crimes graves, incluindo estupro e abuso sexual de menores.

 

O estudo realizado detalha que celas desse tipo podem custar, em média, 1.756 dólares por ano. No caso de uma estadia cara, o valor pode ultrapassar os 72 mil dólares.

 

Um dos lugares mais escolhidos pelos presidiários do “pagar para estar” é o Departamento de polícia em Seal Beach, na Califórnia, onde, por 100 dólares diários, é possível usufruir de seus benefícios.

 

Não perca a estreia de 60 DIAS INFILTRADOS NA PRISÃO: ATLANTA. Próxima quarta, 12 de julho, às 23h.

 


FONTE: foxnews.com
IMAGEM: facebook.com/RRdesigngroupkiev