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Ela nunca desistiu de buscar sua mãe biológica - até que 80 anos depois, a encontrou viva

A americana Joanne Loewenstern ouviu desde sempre que sua mãe biológica estava morta – mas algo dentro dela se recusava a acreditar nisso.

Desde os 16 anos, quando descobriu que era adotada, ela tinha a sensação de que um dia encontraria sua mãe biológica, apesar de tudo apontar para o caminho contrário. 

A única pista que ela tinha era o nome da mãe, Líllian Feinsilver, e sua própria data de nascimento, no Bronx, em 1938.

Mas conforme a vida ia seguindo seu rumo, o objetivo ia ficando mais disante. Em 1959 Joanne se casou e mudou de cidade. Ela e seu marido deram duro para criar quatro filhos. Como não tinha mais tempo de procurar, contratou detetives particulares. Nada veio à tona. 

Décadas depois, a popularização dos serviços de DNA nos EUA trouxe uma nova luz à busca de Joanne. Ela, que hoje está com 79 anos, aderiu incrédula ao serviço, incentivada por sua nora.

Imagine qual foi sua reação ao descobrir, poucas semanas depois, que um homem chamado Sam Ciminieri compartilhava um DNA muito semelhante ao dela. 

Em contato com ele, Joanne descobriu que se tratava de seu irmão. Quando perguntou sobre Lillian Feinsilver, veio a resposta que ela esperava há quatro décadas: ela ainda estava viva, com 100 anos de idade. 

Curiosamente, Lillian vivia a menos de uma hora de Joanne, num retiro para idosos.

Joanne descobriu que a mãe tinha demência, mas durante todo o tempo sempre repetiu que tinha “uma filha perdida”. Ela descobriu que a mãe deu à luz solteira, o que na época era considerado “desonra”. Joanne foi levada para adoção sem o consentimento de Lillian.  

O tão esperado encontro acabou sendo difícil para ambas as partes, especialmente por causa da demência de Lillian. Foi um longo processo até que mãe finalmente reconhecesse a filha. Hoje, as duas passam horas fazendo atividades na clínica. 


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Fonte: NDTV | Imagem: Elliot Loewenstern