SERIAL KILLERS

Inteligência artificial já capaz de identificar assassinos em série

Não perca a nova série O ASSASSINATO DE LACI PETERSON. Esta terça, às 22h30.

Talvez um dos maiores desafios da humanidade seja, hoje, desvendar como funciona de verdade o nosso cérebro. 

De todos os mistérios que envolvem essa busca, um é especialmente difícil:  como identificar potenciais assassinos e prevenir mortes? 

A resposta pode estar na inteligência artificial.

Cientistas de todo o mundo têm utilizado uma série de algoritmos para tentar mapear tendências e comportamentos assassinos em pessoas por todo o planeta. 

Um desses sistemas, batizados de CARMEL, foi programado para pensar como um serial killer pensaria. 

O banco de dados é alimentado constantemente com catálogos e mais catálogos contendo todos os detalhes de mortes que ocorrem nos EUA. Entram aí relatórios sobre assassinos, descrição de comportamento (ou falta deles), hábitos, estatísticas, homicídios mais comuns, assaltos e brigas, vídeos, áudios, imagens e muito, muito mais. 

O sistema pode revelar, em segundos, detalhes sobre método, local, tempo e gênero da vítima, além de analisar e cruzar milhões de informações – o que poupa um tempo absurdo de pesquisa e análise. Esses dados têm ajudado diversas empresas na áreas de segurança nos EUA, especialmente na parte de prevenção de crimes. 

As informações do CARMEL são capazes de revelar tendências assassinas – inclusive no tipo de homicídio. O sistema identificou recentemente, por exemplo, que houve um aumento estranho no número de casos de mulheres acima dos 40 anos mortas por asfixia e estrangulamento em Chicago.

Estima-se que todos os anos cerca de 5 mil assassinos escapem ilesos nos EUA – e boa parte acaba repetindo o crime. 

CARMEL é tão poderoso que pode quebrar qualquer código ou mensagem cifrada.  Foi ele quem decifrou o Codex Copiale, um manuscrito do século XVII com 105 páginas encontrado na Suécia. O texto trazia informações sobre uma ordem secreta da época chamada “Os Ocultistas” e permaneceu um total mistério até 2011.


Fonte: Tecmundo 
Imagem: Shutterstock