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Mais de 40 anos depois, assassinato de 11 garotas ainda é um mistério

O primeiro dos 11 assassinatos que aterrorizaram o estado do Texas na década de 70 aconteceu em 1971. Colette Wilson tinha 13 anos quando foi para um acampamento com amigos e nunca mais voltou. 

Seus restos mortais foram encontrados mais tarde em um reservatório, junto ao corpo de outra jovem, Gloria Gonzales, de 19 anos. 

No mesmo ano, Debbie Ackerman e Maria Johnson, duas surfistas de 15 anos que pediam carona, embarcaram numa van no meio da estrada. Seria sua última viagem. Os corpos vieram à tona alguns dias depois. 

E foi assim ao longo de quase toda a década. No total, 11 corpos foram aparecendo, ano após ano, em pântanos, riachos e barragens. A região ficou mundialmente conhecida como “O campo de matança do Texas”. 

A polícia mobilizou todos os esforços possíveis para identificar o serial killer, mas nunca obteve sucesso na missão. Até hoje caso do assassinato das 11 garotas está sem solução. 

Agora, mais de 40 anos depois, o caso voltou à ativa. Dois investigadores – um detetive e uma repórter – resolveram revirar a história e buscar conexões que levem ao verdadeiro assassino. 

A jornada de Fred Paige e Lise Olsen para desvendar esse quebra-cabeça de mais de 40 anos pode ser acompanhada na nova série do A&E, O Mistério das 11 Garotas, que estreia dia 26 de janeiro, às 20h50.

A dupla entrevista testemunhas, amigos e familiares em busca de evidências que possam ter passado despercebidas na época e ajudem a resolver de vez o mistério que até hoje atormenta a região. 

Tudo leva a crer que o serial killer continua vivo, e melhor: está disposto a falar.


Os crimes passionais que chocaram o Brasil: ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE. Segunda, 21h

 


Fonte: Houston Chronicle | Imagem: Youtube/Reprodução