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Morreu aos 23 anos e poderá ressuscitar em 50 anos

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Por: A&E Brasil

Se, após a morte, fosse possível conservar toda a informação de um cérebro em formato digital, como quem faz o upload de um grande arquivo à nuvem, então, todas as experiências, conhecimentos e lembranças poderão continuar intactos. Foi exatamente isso o que pensou a norte-americana Kim Suozzi.

 

Um câncer terminal deu fim à sua vida, em 2013, quando ela tinha 23 anos de idade. Desde o momento em que foi diagnosticada, Suozzi fez questão de ler todos os livros de Ray Kurzweil, diretor de engenharia da Google, muito conhecido pela controvérsia que causou ao afirmar que o ser humano será imortal no ano de 2045.

 

Desse modo, ela tomou a decisão de criopreservar seu cérebro para que, chegado o dia, toda sua experiência de vida fosse digitalizada e, posteriormente, reproduzida. Com a ajuda de seu namorado, eles realizaram uma campanha para levantar os fundos necessários.

 

Ainda não é possível saber se algum dia ela cumprirá sua missão. Enquanto isso, os cientistas se dividem entre os que o consideram possível e os que não.

 

Não perca o filme inédito "O SEXTO DIA", este domingo, às 17h30.

 


FONTE: http://www.taringa.net
IMAGEM: https://www.facebook.com/kimsuozzi