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Traficantes canibais: assassinos de aluguel mexicanos comem suas vítimas

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Os depoimentos de alguns assassinos de aluguel dos cartéis de Jalisco Nueva Generación (CJNG) e Los Zetas, no México, revelam uma prática cruel e desumana nos “rituais de iniciação” e festas dessas organizações criminosas: o consumo de carne humana.

 

No mês passado, em uma coletiva de imprensa, o procurador-geral do estado de Tabasco, Fernando Valenzuela Pernas, confirmou, após ser indagado por jornalistas, que dois adolescentes, cooptados por uma facção do cartel do Jalisco Nueva Generación, eram obrigados a comer a carne de suas vítimas.

 

Os assassinos de aluguel desses cartéis contaram, separadamente, como, depois de cortar suas vítimas em pedaços, em alguns casos, em vez de queimar os corpos ou jogá-los em valas clandestinas, os cadáveres eram guardados para preparar pratos típicos mexicanos.

 

Valenzuela Pernas também afirmou que, de acordo com os depoimentos dos jovens, a carne correspondia a um homem que foi encontrado em uma espécie de povoado chamada El Cedro, sem braços nem pernas.

 

Os adolescentes de 16 e 17 anos contaram que, depois de torturarem o homem, eles o esquartejaram e guardaram seus pedaços em uma geladeira – primeiro, os braços, e, depois, as outras partes.

Essa facção do cartel, integrada por doze pessoas e que operava em Tabasco (sul do México), foi capturada em junho depois de vários homicídios cometidos em um local chamado “Autos Aladino”. Três vítimas foram encontradas decapitadas e duas degoladas.

 

Segundo as autoridades, no início deste ano, foi descoberta uma vala comum com mais de 250 crânios humanos no centro do México, provavelmente vítimas dos cartéis de droga.

 

 


Fonte: cnnespanol.cnn.com 
Imagens: facebook.com