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As 5 mulheres assassinas mais sádicas da história

Geradora de vida, símbolo da ternura, aconchego e doçura – dificilmente alguém poderia imaginar o rosto de uma mulher quando falamos de impiedosos serial killers. Contudo, do século XVI até hoje, a história registra casos de algumas das mulheres mais perigosas que já se conheceu. Apresentamos cinco delas:

 

  • Irma Grese:mais conhecida como “A Nazista Condenada”, essa mulher atuou como cafetina em um dos campos de concentração da Alemanha Nazista, durante a Segunda Guerra Mundial. Acredita-se que ela tenha matado pelo menos 30 pessoas por dia, quando ainda era praticamente uma menina. Ela morreu na forca, aos 22 anos de idade.
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  • A irmãs Delfina e María de Jesús Gonzáles: são culpadas pelo assassinato de mais de 80 mulheres jovens, as quais elas prostituíam e torturavam, após atraí-las com mentiras e promessas de trabalho como empregadas domésticas. Além de serem espancadas todos os dias, suas vítimas eram obrigadas a abortar e queimar seus próprios fetos.
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  • Katherine Knight: única mulher condenada à prisão perpétua na Austrália, chegou a ser comparada com o lendário personagem cinematográfico Hannibal Lecter. Após vários episódios de violência, na noite de 29 de fevereiro de 2000, Katherine apunhalou 37 vezes seu namorado, até matá-lo. Em seguida, decapitou-o e cozinhou sua cabeça com verduras e molho, prato que deu de comer aos seus filhos.
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  • Elizabeth Bathory: conhecida como “A Condessa Sangrenta”, foi uma aristocrata húngara que viveu entre os anos 560 e 1614. É atribuído a ela o assassinato de 616 mulheres (um recorde mundial), as quais ela teria matado com crueldade, por serem jovens e belas. Segundo a lenda, a grande maioria era de servas e hóspedes, cujo sangue a condessa bebia para se manter jovem.
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  • Mary Ann Cotton: foi a primeira serial killer da Inglaterra, ao matar 21 membros de sua família. Entre 1852 e 1872, tirou a vida de seus 11 filhos, 3 maridos, amante, sua própria mãe, sua cunhada e 4 enteados. Em 1873, foi julgada e condenada à execução na forca.


FONTE: http://peru.com/

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