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As 5 mulheres assassinas mais sádicas da história

Geradora de vida, símbolo da ternura, aconchego e doçura – dificilmente alguém poderia imaginar o rosto de uma mulher quando falamos de impiedosos serial killers. Contudo, do século XVI até hoje, a história registra casos de algumas das mulheres mais perigosas que já se conheceu. Apresentamos mais cinco delas:

 

  • Maria I de Inglaterra: a quarta monarca da dinastia Tudor foi implacável na hora de revogar as reformas religiosas introduzidas por seu pai, Henrique VIII, e recolocar a Inglaterra sob a autoridade papal, em 1554. Nesse processo, ela enviou 300 religiosos dissidentes para a fogueira, o que lhe valeu o apelido de Bloody Marry, que significa Maria Sanguinária, nome dado, atualmente, ao famoso drink.
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  • Beverley Allitt: enfermeira de profissão, essa inglesa coordenava a unidade de terapia intensiva neonatal do Hospital Grantham e Kesteven. Em 1991, assassinou quatro crianças, injetando-lhes doses grandes de insulina ou bolhas de ar na corrente sanguínea. Além disso, tentou assassinar mais outras três, e deixou seis em estado grave de saúde. Ela está internada até hoje no Hospital Rampton Secure, em Nottinghamshire.
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  • Gertrude Baniszewski: essa americana foi considerada culpada pelo sequestro, tortura e assassinato de Sylvia Likens, uma jovem de 16 anos que estava sob seus cuidados. Com a ajuda de de seus filhos e alguns jovens do bairro, ela torturou a menina, mutilou-a e a deixou morrer de fome. A imprensa descreveu esse caso como “o pior crime cometido contra um único indivíduo na história de Indiana”.
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  • Myra Hindley: foi uma famosa serial killer inglesa, que, em cumplicidade com seu namorado, o inglês Ian Brady, sequestrou, torturou, estuprou e assassinou cerca de vinte adolescentes e crianças. Ela foi condenada à prisão perpétua em maio de 1966, onde morreu em 2002. Brady está até hoje internado em um hospital psiquiátrico, tendo sobrevivido a várias tentativas de suicídio e greves de fome.
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  • Marybeth Tinning: nascida em Nova York, essa mulher foi condenada a 20 anos de prisão pelo assassinato de seus cinco filhos, os quais ela asfixiou com uma almofada. De acordo com sua confissão às autoridades, ela fez isso por ciúme, embora os especialistas forenses a tenham diagnosticado com a Síndrome de Münchhausen por procuração, um transtorno que faz com que uma pessoa, geralmente responsável por uma criança ou filho, cause lesões em um menor de idade.


FUENTE: http://peru.com/

IMAGEN: Shutterstock