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Serial killer que estrangulou jovem é identificado 44 anos depois; ele se matou com uma facada na perna

Há exatos 44 anos, Pamela Maurer saía da casa de uma amiga na cidade de Lisle, no estado do Illinois, nos EUA, para nunca mais voltar. 

Na época, em 1976, ela tinha apenas 16 anos. Quando voltava para casa, foi interceptada por um homem. No dia seguinte, seu corpo foi encontrado, com marcas de violação sexual e de estrangulamento com uma mangueira de plástico.

Sem pistas de quem havia cometido tamanha barbaridade, a polícia encerrou a investigação depois de alguns anos correndo atrás de suspeitos. 

Há alguns dias, no entanto, a polícia finalmente pôde identificar o autor do crime com a ajuda da tecnologia.

O assassino é Bruce Lindahl, que tinha 23 anos à época do crime e vivia numa cidade próxima à de Pamela.

A polícia descobriu que o criminoso era, na verdade, um assassino em série. Lindahl acabou morto acidentalmente em 1981, enquanto praticava um assassinato. 

No dia de sua morte, ele estava esfaqueando o jovem Charles Hubes, de 18 anos, quando, sem querer, golpeou a própria perna e acertou uma artéria. Ele sangrou até morrer. 

Ligado a ele está também o caso de Deborah McCall, uma estudante que está desaparecida desde 1979. A polícia encontrou fotos dela na casa de Lidahl depois da morte do assassino.

Mas como essa identificação foi possível, quase meio século mais tarde? 

A resposta está na tecnologia de análise de genealogia genética, que está se tornando cada vez mais popular nos departamentos de investigação forense por todo o mundo. 

O DNA recolhido na cena do crime de Pamela foi colocado em uma base de dados e a inteligência artificial faz o restante, cruzando possibilidades e chegando a uma relação de pessoas aparentadas a Lindahl. 

Embora jamais se saiba o porquê de ter sido assassinada, Pamela pelo menos obteve justiça. 


Fonte: Fox News